ensino.gif (241 bytes)PSIEM
Psicologia da Educação Matemática

RESUMO DAS TESES E DISSERTAÇÕES PRODUZIDAS PELO GRUPO:


alfazulclaro.gif (1016 bytes)O ENSINO DE MATEMÁTICA ATRAVÉS DO MÉTODO DA MODELAGEM (Tese de Doutorado)

Dionísio Burak*

Data da Defesa: 16 de Abril de 1991
* Professor da Universidade do Centro Oeste - Departamento de Matemática - Guarapuava, PR.

Este trabalho foi desenvolvido quando o autor era aluno do Programa de Doutorado em Educação (1986-1991) na área de concentração em Psicologia Educacional, com financiamento do PICD, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)PROBLEMATIZAÇÃO: UM CAMINHO DO MEIO A SER PERCORRIDO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA (Tese de Doutorado)

Maria do Carmo Domite Mendonça*

Data da Defesa: 14 de Setembro de 1993
* Professora da Faculdade de Educação – USP

O objetivo desse trabalho foi ressaltar o binômio inseparável: pensar e agir. Como caminho foi escolhida a problematização. Essa, derivada do binômio pensamento e ação, busca subsidiar uma proposta em Educação Matemática cujo ideal é conferir significado a uma experiência de vida e, ao mesmo tempo, desenvolver o conhecimento matemático. A problematização baseia-se nas perguntas geradoras, no aluno, em processos que levam, por meio da teorização à modelos matemáticos. A partir do estudo da problematização, o presente trabalho orienta-se com dupla finalidade: primeiro, conduzir ao reconhecimento de que perguntar é fundamental para alcançar a aprendizagem e, em segundo lugar, submeter à crítica os métodos ativos comumente adotados em Educação Matemática.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES, quando a autora era aluna do Programa de Doutorado em Educação (1989 - 1993) na área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)ADULTOS DESESCOLARIZADOS: ESTUDO DA INTERAÇÃO ENTRE O CONHECIMENTO MATEMÁTICO ESCOLAR E O CONSTRUÍDO NAS ATIVIDADES PRÁTICAS (Tese de Doutorado)

Dionne Lucchesi de Carvalho*

Data da defesa: 17 de Abril de 1995. Bolsa CNPq
* Professora do Departamento de metodologia de Ensino - Faculdade de Educação - UNICAMP.

Buscando investigar questões relativas a confronto ou cooperação entre as propriedades matemáticas utilizadas nos procedimentos adquiridos na prática e nos procedimentos escolares e o nível de relacionamento dos instrumentos matemáticos ao contexto, escolar ou não, que os originou, foi realizada a pesquisa que está contida nesta tese. Tendo como sujeitos trinta e sete jovens e adultos, alunos do primeiro semestre de um cuurso supletivo municipal da cidade de São Paulo. Foram utilizadas as técnicas de observação de sala de aula, entrevistas e análise documental. Concluiu-se que pessoas cuja inserção social lhes possibilite exercer atividades com maior autonomia demonstram, durante as aulas, Ter construído mediadores matemáticos mais elaborados. Outro ponto observado foi que a lógica das tarefas escolares difere daquela que rege as atividades práticas, exigindo uma constante negociação entre professor e aluno para que a aprendizagem ocorra. Além disso, verificou-se também que o conhecimento matemático oriundo da prática, nem sempre é solidário com o conhecimento escolar, aparecendo para os alunos, muitas vezes, como contraditório.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento CNPq, quando a autora era aluna do Programa de Doutorado em Educação ( - 199) na área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)A FORMAÇÃO DO CONCEITO MATEMÁTICO (Dissertação de Mestrado)

Tânia Maria de Freitas Rossi

Data da defesa: 18 de Abril de1993
* Professora da Universidade Católica de Brasília

Este trabalho tem como eixo o desenvolvimento da elaboração conceitual na Matemática e explicita a participação da linguagem natural nesse processo. A partir da teoria sócio-histórica, analisa a constituição das operações realizadas com recursos mediadores, nas situações de elaboração de um conceito artificial e de conceitos relativos a figuras geométricas, com sujeitos de diversos níveis escolares. Os resultados indicam que frente a um conceito matemático desconhecido, os sujeitos buscam atribuir significados a eles através de outros signos da linguagem natural já elaborada, evidenciando movimentos em direção a diferentes níveis de abrangência no processo de generalização. Apontam também que o funcionamento da linguagem natural na constituição dos significados na Matemática, se dá em dois níveis interrelacionados, no nível da palavra que designa e significa o conceito e no plano das trocas dialógicas no qual a palavra está imersa. Nessa análise ficam delineadas implicações pedagógicas e contribuições da perspectiva histórico-cultural para a discussão metodológica da investigação do conceito.

Este trabalho foi desenvolvido quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação (Março de 1991-Abril de 1993) na área de concentração em Psicologia Educacional, com financiamento do PICD, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE O CONCEITO DE AUTOMATISMO DA TEORIA DO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES DE STERNBERG E O CONCEITO DE PENSAMENTO RESUMIDO NA TEORIA DAS HABILIDADES MATEMÁTICAS DE KRUTETSKII". (Dissertação de mestrado)

Vicente Joachin Neumann Garcia *

Data da defesa: 22 de Fevereiro de 1995
*Professor da Universidad Catolica del Norte – Antofagasta - Chile. Instituto de Psicologia.

De acordo com Sternberg, a habilidade para automatizar o processamento da informação (API) é um aspecto central da inteligência. De maneira similar, Krutetskii estabelece que a habilidade para pensar em estruturas abreviadas (PEA) é um elemento importante da estrutura das habilidades matemáticas. Embora ambos os conceitos apresentem elementos similares, eles também têm diferenças notórias. Com o objetivo de determinar se os dois termos referem-se a um mesmo fenômeno ou correspondem a dois fenômenos distintos, 69 (sessenta e nove) estudantes universitários de graduação foram submetidos a: 1) a prova de raciocínio verbal do Teste de Aptidões Específicas (DAT), 2) um teste de Raciocínio Matemático baseado na teoria de Krutetskii, 3) três testes para avaliar a habilidade para API e, 4) três testes para avaliar habilidade para PEA. Foi aplicada uma análise fatorial de forma exploratória e uma MANOVA em um desenho anidado. Na extração dos fatores via análise fatorial foi utilizado o método dos mínimos quadrados não ponderados. Na MANOVA foi considerada como variável dependente multivariada os fatores obtidos na análise fatorial e como variáveis de agrupamento (ou fatores da MANOVA): 1) a área de concentração do programa dos alunos (eminentemente verbal ou eminentemente matemático) e 2) o desempenho acadêmico (coeficiente de rendimento sobre a e abaixo da mediana no interior de cada área de concentração). Os resultados apoiam a idéia de que a habilidade para API e a habilidade para PEA são dois fenômenos distintos.

Este trabalho foi desenvolvido quando o autor era aluno do Programa de Mestrado em Educação (1994-1995) área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)UM ESTUDO DE ATITUDE EM RELAÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL, EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS. (Dissertação de mestrado)

Edilson Roberto Pacheco*

Data da Defesa: 6 de Outubro de 1995.
*Professor da Universidade Estadual do Centro Oeste - Departamento de Matemática - Guarapuava, PR.

O presente estudo teve por objetivo verificar o tipo de atitudes em relação ao cálculo, presente em estudantes universitários, utilizando como instrumento a Escala de Atitudes elaborada por Aiken (1969), revista por Aiken e Dreger (1971) e adaptada por Brito (1993). Trata-se de um estudo descritivo-correlacional que fornece algumas indicações a respeito das atitudes dos sujeitos (86 alunos de graduação de uma Universidade pública do interior do estado do Paraná). Os dados obtidos através de um questionário e da escala de atitudes foram submetidos à análise estatística, usando o SPSS e, particularmente, a análise fatorial (ANOVA). Os resultados mostraram que as atitudes dos alunos desse grupo diferem significativamente (p < .050), quando estes são agrupados de acordo com o grau de escolaridade dos pais, hábitos de estudo, conteúdos, atenção às aulas e notas na disciplina. Os resultados indicam a necessidade de maior aprofundamento do estudo em relação à algumas das variáveis selecionadas. A dissertação apresenta também considerações sobre o Cálculo Diferencial e Integral e a forma como é ensinado e sobre a teoria das atitudes, além de uma revisão da literatura pertinente.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES, quando o autor era aluno do Programa de Mestrado em Educação, do Convênio entre a Faculdade de Educação da UNICAMP e a Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNIOESTE- Guarapuava, PR), sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)ATITUDES (DES) FAVORÁVEIS COM RELAÇÃO À MATEMÁTICA (Dissertação de mestrado)

Maria Helena C. de Castro Gonçalez *

* Professora da Universidade Estadual Paulista - UNIP

O presente trabalho teve por finalidade estudar a ocorrência, o tipo e a estabilidade das atitudes com relação à Matemática, presentes nos professores (de 1ª à 4ª séries) e nos alunos do Curso Magistério, bem como investigar o motivo pelo qual as pessoas optam pelo Magistério. Foram sujeitos desse trabalho, 295 alunos do Curso Magistério de escolas da Rede Estadual de Campinas e 203 professores de 1º grau de escolas das Redes Municipal e Estadual de Campinas. Considerando a importância do estudo das atitudes com relação à Matemática e o fato de uma atitude representar a predisposição de uma pessoa para responder a um determinado objeto de maneira favorável ou desfavorável, optou-se por este tipo de investigação que é baseada nas seguintes hipóteses: a) As atitudes dos professores e dos futuros professores com relação à Matemática tendem a ser negativas; b) As pessoas optam pelo Magistério por não gostarem da Matemática; c) Os grupos e subgrupos se diferenciam pouco com relação às atitudes com relação à Matemática. Os resultados obtidos mostraram que, os alunos possuem atitudes negativas e os professores possuem atitudes positivas; há pouca alteração das atitudes nos professores com mais experiência e a opção pelo Magistério revelou ser uma predisposição das pessoas em lidar com as crianças.

Palavras - chaves: ocorrência; tipo; estabilidade; predisposição; atitudes.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento do CNPq quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação (1994-1995) área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)MAPEAMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DO CONCEITO DE FRAÇÕES EM ALUNOS DE MAGISTÉRIO E PROFESSORES DE 1º GRAU (1ª À 4ª SÉRIES) (Dissertação de Mestrado)

Valéria Scomparim de Lima *

* Bolsista Doutorado - CNPq

A presente pesquisa teve como objetivo estudar a formação do conceito de frações em alunos de 4º magistério e em professores de 1º grau (1ª a 4ª séries). Com base nos estudos desenvolvidos por David Ausubel (1978) foi investigada a questão inicial da pesquisa que era referente ao fato de os alunos egressos dos cursos de magistério, não apresentar o conceito de frações completamente formado, não identificando-o de forma significativa. A segunda parte do trabalho refere-se a investigação sobre informações à respeito do tempo de magistério, cursos de aperfeiçoamento e conhecimento de materiais didáticos apresentados pelos sujeitos, com a finalidade de investigar se estes fatores influenciam e, que tipo de influência exercem na formação do conceito de frações. Foram sujeitos desta pesquisa 19 alunas do curso de magistério e 7 professoras do curso infantil à 4ª série de uma escola da rede particular de ensino da cidade de Campinas, que responderam aos seguintes instrumentos utilizados para coleta de dados: questionário, teste matemático e mapeamento cognitivo. Os resultados indicaram que, de forma geral, as alunas de magistério apresentam melhor desempenho no mapa cognitivo e no teste matemático, enquanto que as professoras têm, no geral, um desempenho menor no mapa cognitivo e deixam de responder as questões do teste matemático quando não têm certeza de que vai estar certa, dificultando, assim, uma análise mais profunda. Desta forma, foi verificado que, para esses sujeitos, o tempo de magistério, os cursos de aperfeiçoamento e o conhecimento dos materiais didáticos não são fatores determinantes para a melhoria da formação do conceito de frações. Além disso, foi verificado também que os alunos saem do curso de magistério sem conseguir demonstrar que possuem o conceito de frações formado significativamente. Em contrapartida, sabem aplicar "técnicas" para solucionar problemas referentes às frações e conhecem a hierarquia para se ensinar e aprender o conceito em questão.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento do CAPES quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1993 – Fevereiro de 1996)- área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DO CONCEITO DE TRIÂNGULO E PARALELOGRAMO EM ESTUDANTES DE 1º GRAU (Dissertação de Mestrado)

Nelson Antônio Pirola*

* Professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP-Bauru) – Faculdade de Educação

A pesquisa teve como objetivo estudar a formação do conceito de triângulo e paralelogramo em alunos de primeiro grau (5ª à 8ª série) tendo sido investigada a hipótese de alunos de séries mais adiantadas conseguirem identificar o conceito de triângulo e paralelogramo em termos dos seus atributos definidores, exemplos e não-exemplos de maneira mais completa que alunos de séries menos adiantadas. Foram sujeitos desta pesquisa 137 alunos de uma escola da rede oficial de ensino do Estado de São Paulo que foram submetidos a três tipos de testes: questionário, teste de atributos definidores e teste de exemplo e não-exemplos. Através dos resultados da análise de correspondência ficou evidente que alunos de 7ª série desempenharam significativamente melhor que as outras séries, seguida da 6ª, 8ª e 5ª séries, mostrando, desta forma, que a série não é um indicativo para se afirmar que alunos de séries mais adiantadas possuem os conceitos de triângulo e paralelogramo em termos dos atributos definidores, exemplos e não-exemplos, de maneira mais completa que alunos de séries menos adiantadas.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento do CNPq quando o autor era aluno do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (1994 - 1995).- área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA APRENDIZAGEM DO CONCEITO DE FRAÇÕES EM ALUNOS SUBMETIDOS A DOIS MÉTODOS DIFERENTES DE ENSINO. (Dissertação de Mestrado)

Raquel Gomes de Oliveira*

* Professora de Matemática da rede pública de ensino do Estado de São Paulo em Presidente Prudente.

Este trabalho teve por objetivo analisar a aprendizagem de frações na 5ª série do 1º grau, comparando dois métodos diferentes de ensino. Para isto, 58 crianças que cursavam a 5ª série de uma escola pública foram submetidas, no ano letivo de 1995, a uma prova sobre frações, antes e depois de trabalharem com esse conteúdo na 5ª série. Dentre os modelos de pesquisa propostos por Campbell e Stanley (1979) foi escolhido o delineamento 10 (pré e pós teste com não aleatorização de grupos). Uma das classes passou a ser o grupo experimental, trabalhando sob o método de ensino que tinha como base princípios construtivistas e procurou considerar algumas dificuldades do conceito de fração e de alguns dos elementos que, conforme Piaget, Inhelder e Szeminska (1948) necessitam ser articulados para que haja a construção operatória do conceito. A outra classe trabalhou sob a forma convencional. A análise dos dados obtidos permitiu constatar que as crianças do grupo experimental tiveram um melhor desempenho.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1993 – Agosto de 1995).- área de concentração em Educação Matemática, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)A GEOMETRIA NA 1.ª SÉRIE DO 1.º GRAU: UM TRABALHO NA PERSPECTIVA DE VAN HIELE (Dissertação de Mestrado)

Maria Lúcia Lujan

Esta pesquisa teve como fundamento o modelo de desenvolvimento do pensamento geométrico de Van Hiele e apoiou-se na Psicologia Genética de Piaget. Foram investigadas algumas atividades geométricas em alunos em início de escolarização. Utilizou-se, para isso, materiais não industrializados e confeccionados especialmente para este trabalho. Foram sujeitos desta pesquisa 44 crianças da 1.ª série do 1.º grau de uma escola da rede oficial do Estado de São Paulo, que constituíram o grupo experimental e o grupo de controle. Esses sujeitos foram submetidos ao pré-teste, intervenção pedagógica e pós-teste. Os resultados indicaram que os sujeitos do grupo experimental, e que foram submetidos a um trabalho de intervenção pedagógica, apresentaram um desempenho significativamente melhor no pós-teste que o grupo de controle que não participou do trabalho de intervenção pedagógica. A pesquisa mostrou, também, que alunos de 1.ª série, podem adquirir conceitos geométricos, como os estudados nesta pesquisa, se a proposta de trabalho pedagógico for condizente ao nível cognitivo dos educandos.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1995 – Agosto de 1997).- área de concentração em Educação Matemática, sob a orientação da Profa. Dra. Lucila Diehl Tolaine Fini.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE AS CONCEPÇÕES E AS ATITUDES DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM RELAÇÃO À MATEMÁTICA. (Dissertação de Mestrado)

Cláudia Fonseca Moron*

* Professora do Instituto de Psicologia da Universidade Paulista-UNIP-Bauru.A presente pesquisa teve por finalidade estudar a existência e o tipo de atitudes (positivas ou negativas) com relação à Matemática presentes nos professores de Educação Infantil. Buscou analisar, também, se professores com atitudes positivas em relação à Matemática possuem concepções sobre o ensino da Matemática diferentes daqueles com atitudes negativas.

A pesquisa foi realizada em 41 escolas de Educação Infantil do município de Bauru, SP. Participaram da 1a fase do estudo 402 professores de Educação Infantil. Os instrumentos usados, nessa fase, foram um questionário e uma escala de atitudes em relação à Matemática, do tipo Likert, elaborada por Aiken (1961), revisada e testada por Aiken e Dreger em 1963 e traduzida e adaptada por Brito (1996). Na 2a fase do estudo, foram entrevistados 06 professores, selecionados dentro do grupo obedecendo ao seguinte critério: três professores com atitudes negativas e três professores com atitudes positivas com relação à Matemática.

Os resultados obtidos com o questionário e a escala de atitudes mostraram que esse grupo de professores possui atitudes mais positivas em relação à Matemática cuja média ficou em 60,5. Os resultados da análise da escala mostraram coeficiente de fidedignidade elevado, sendo item a = ,94 e o mesmo obtido para a escala original (Aiken e Dreger, 1961). Foi possível verificar, através da análise das entrevistas, que as atitudes (positivas ou negativas) não foram determinantes para diferenciar as concepções que os professores entrevistados possuem sobre o ensino da Matemática na Educação Infantil.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da FAPESP quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1996 – Junho de 1998).- área de concentração em Educação Matemática, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)HABILIDADES ESPACIAIS SUBJACENTES ÀS ATIVIDADES DE DISCRIMINAÇÃO E COMPOSIÇÃO DE FIGURAS PLANAS UTILIZANDO O TANGRAM E O TEGRAM. (Dissertação de Mestrado)

Ludmilla Tâmega Ferreira de Oliveira

O presente trabalho pretende contribuir para uma melhor compreensão dos processos pelos quais habilidades espaciais são requisitadas e/ou desenvolvidas na execução de certas atividades. Para isso, procurou-se identificar e analisar a percepção espacial envolvida nos procedimentos utilizados para solução de problemas de discriminação e composição de figuras geométricas. Os sujeitos da pesquisa foram 09 estudantes de 6a série do Ensino Fundamental, distribuídos em três grupos, conforme os instrumentos que lhes seriam oferecidos para a resolução desses problemas: apenas as peças do TANGRAM em papel cartão; apenas o Sistema Computacional TEGRAM; ou ambos os instrumentos. O conceito de habilidade aqui assumido toma como referencial o trabalho de V. A. Krutetskii (1976) e os trabalhos de Del Grande (1988, 1990), sendo este último utilizado para estabelecer as categorias de análise referentes à percepção espacial.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento do CNPq quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1996 – Agosto de 1998)- área de concentração em Educação Matemática, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES MATEMÁTICAS: UM ESTUDO SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE O DESEMPENHO E A REVERSIBILIDADE DE PENSAMENTO DURANTE A SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. (Dissertação de Mestrado)

Antonino Giuseppe Spalleta

O presente trabalho trata do componente de reversibilidade de pensamento na estrutura das habilidades, sendo baseado nos trabalhos desenvolvidos por Krutetiskii (1976). Esse componente da estrutura da habilidade escolhido por Krutetskii é considerado um ponto básico no processamento da informação matemática.

O objetivo foi analisar as relações entre o desempenho de estudantes universitários que cursavam a disciplina de Cálculo I na Faculdade de Engenharia Elétrica da UNICAMP e o desempenho destes alunos em problemas que avaliam a reversibilidade como um dos componentes da estrutura da habilidade matemática.

A pesquisa foi desenvolvida a partir da análise dos dados colhidos em uma amostra selecionada por conveniência, com um total de 91 sujeitos, matriculados no curso de Engenharia Elétrica, sendo 29 estudantes do período noturno e 61 do período diurno.

Foi aplicado um questionário contendo 20 questões elaboradas para atender as finalidades da presente investigação, além dos testes da série XVII proposta por Krutetskii, contendo 48 problemas matemáticos relativos ao componente da reversibilidade matemática.

A análise estatística dos dados mostrou que os sujeitos apresentaram um bom desempenho tanto na disciplina Cálculo I quanto nos problemas propostos por Krutetskii, evidenciando a reversibilidade como um dos componentes da habilidade matemática, e também a existência de relação entre o desempenho apresentado na disciplina e o desempenho nos problemas matemáticos.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES quando o autor era aluno do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1996 – Agosto de 1998).- área de concentração em Educação Matemática, sob a orientação da Profa. Dra. Márcia Regina F. de Brito.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)SOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE MATEMÁTICA: PROCEDIMENTOS UTILIZADOS POR SUJEITOS COM GRAUS DIFERENTES DE ESCOLARIDADE (Dissertação de Mestrado)

Maristela Gonçalves Gomes

Este trabalho investigou as diferentes estratégias de solução de problemas que exigem conhecimento de matemática elementar, utilizadas por pessoas com distintos níveis de escolaridade. Os sujeitos foram submetidos individualmente a uma prova que envolvia conceitos matemáticos elementares. Os resultados obtidos indicaram que o grau de escolaridade não se apresenta como um preditor seguro em relação à competência para a solução de problemas que envolvam algum conceito de matemática elementar. Assim, a relação escolaridade/êxito nas soluções era bastante tênue. Em decorrência disso, apontamos a necessidade de maior atenção com as pesquisas na área de Educação Matemática e considerações sobre a perspectiva construtivista no ensino de Matemática.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES quando a autora era aluna do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1996 – Agosto de 1998).- área de concentração em Psicologia Educacional, sob a orientação da Profa. Dra. Lucila Diehl T. Fini.

 

alfazulclaro.gif (1016 bytes)JOGOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ANÁLISE DE UMA PROPOSTA PARA A 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL
(Dissertação de Mestrado)

Marcos Antônio Santos de Jesus

O objetivo dessa pesquisa foi investigar o uso de jogos em sala de aula, analisando o desempenho e atitudes de alunos em relação à Matemática.

Os sujeitos foram 104 alunos de 5ª série do Ensino Fundamental, com idades entre 11 e 13 anos, matriculados em escolas públicas das cidades de Santos e Praia Grande, ambas localizadas no Estado de São Paulo. Dos 104 alunos, 53 formaram um grupo experimental enquanto que os outros 51 formaram um grupo de controle.

Foram utilizados como instrumentos no pré e pós-teste, uma escala de atitudes e uma prova de matemática. O grupo experimental foi submetido a uma intervenção com jogos nas aulas de Matemática.

Após a intervenção todos os alunos foram submetidos novamente aos testes e os resultados mostraram que existiu diferença significativa (p<0,05), de desempenho entre os grupos experimental e controle. Também verificou-se diferença significativa (p<0,05), nos resultados dos grupos experimental e controle de pontuação na escala de atitudes em relação à Matemática.

Este trabalho foi desenvolvido através de financiamento da CAPES quando o autor era aluno do Programa de Mestrado em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Março de 1997 – Fevereiro de 1999).- área de concentração em Educação Matemática, sob a orientação da Profa. Dra. Lucila Diehl T. Fini.

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